- Dê-me aqui essas cartas! Uma voz feminina e autoritária sorriu para os participantes da mesa. Um velho magro e de cabelos grisalhos deu-lhe um sorriso maldoso em retorno. Ele estava distribuindo as cartas antes. Outro homem, de terno, bebeu um copo inteiro de uísque de uma vez. Parecia concentrado e preocupado. Já havia perdido [...]
Posts de agosto \26\UTC 2010
Os bons motivos de um jogo sujo.
Publicado em Contos em 26/08/2010 | 4 Comentários »
Sem titulo, com saudades.
Publicado em Contos em 16/08/2010 | 9 Comentários »
Ela havia feito tudo certo. Era domingo e acordara precisamente às oito horas da manhã. Coçou os olhos com o dorso da mão esquerda e e desejou dormir novamente por mais algumas horas, porém, levantou e tomou um banho gelado. Os cabelos louros e curtos ainda estavam úmidos quando passou pela porta da cozinha, batendo [...]
Medo de olhar [4]
Publicado em Sem categoria em 11/08/2010 | 3 Comentários »
PARTE IV Em meio a escuridão do quarto que ela julgava ser seu refúgio-mor, a menina estendia seu corpo recostado na porta de madeira, após perder a força das pernas que lhe sustentavam e escorregar até ali, no chão duro e frio. Lágrimas formavam uma enorme onda em seus olhos e caminhos diversos pelo seu [...]
Medo de Olhar [3]
Publicado em Contos em 08/08/2010 | Deixar um comentário »
PARTE III Ele retorcia as mãos, esperando na porta da casa da menina, após tocar a campainha. Seu rosto parecia torturado por alguma coisa que nem mesmo ele poderia explicar. Conferiu se tudo estava em seu lugar. Sapatos limpos, camisa de botões passada, jeans novos. O perfume estava em ordem em seu pulso. O cabelo [...]
Medo de Olhar [2]
Publicado em Contos em 07/08/2010 | 2 Comentários »
PARTE II Observando o mundo atravez daquele anel de prata em seu dedo anelar, as coisas pareciam tão normais como ela sentia-se no momento. Todos com grandes cabeças – grandes pensamentos! – mas sem muita força para praticar ações – do que adianta ter longas mãos e dedos se elas não servem para tocar, abraçar [...]
Medo de Olhar
Publicado em Contos em 06/08/2010 | 4 Comentários »
Contrariando todas as pespectivas do leitor, aquele era só mais um dia qualquer que amanhecia. Os primeiros raios de sol iluminaram a cidade, aquecendo-a e mostrando seu poder tácito. Estes mesmo raios invadiam suavemente certo quarto, atraves de uma janela que fora esquecida aberta. Um par de olhos castanhos fitavam fixamente um ponto qualquer do [...]